Em um contexto de atendimento odontológico pediátrico, uma criança de 7 anos apresenta uma lesão cavitada em esmalte e dentina na face oclusal do dente 36 (primeiro molar inferior permanente). Radiograficamente, não há sinais de envolvimento pulpar ou reabsorção interna/externa. Clinicamente, a lesão é sintomática apenas à estimulação com doces, sem dor espontânea. Qual a abordagem restauradora mais conservadora e eficaz para este caso, visando a longevidade e a prevenção de cáries secundárias?
- A)Preparar uma cavidade ampla e profunda para inserir uma restauração de amálgama, garantindo remoção de todo o esmalte de suporte.
- B)Realizar uma restauração indireta tipo onlay de cerâmica, requerendo duas sessões e preparo mais invasivo.
- C)Efetuar uma restauração com resina composta utilizando a técnica restauradora atraumática (ART), sem anestesia local, devido à idade da criança.
- D)Ajustar a oclusão e monitorar o dente sem intervenção restauradora imediata, devido ao baixo risco cariogênico da criança.
- E)Remover seletivamente a dentina cariada profunda, mantendo a dentina desmineralizada mas firme, e restaurar com ionômero de vidro modificado por resina (IVMR) ou resina composta adesiva, protegendo a polpa.gabarito